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The New York Times won a Pulitzer Prize for news photography documenting Israel's starvation and destruction in Gaza -- key parts of Israel's genocide. www.nytimes.com/2026/05/04/b...
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Reportagens sobre conflito no Oriente Médio e Donald Trump ganham Prêmio Pulitzer
A Universidade de Columbia em Nova York anunciou na segunda-feira os 23 ganhadores do Prêmio Pulitzer, concedido desde 1917 aos profissionais de jornalismo, literatura, teatro e música que se destacaram no mercado americano no ano anterior. O comitê organizador distinguiu vários trabalhos focados na política capitaneada pelo presidente Donald Trump. A guerra entre Israel e Gaza também marcou a premiação deste ano. Rolling Stones: grupo anuncia lançamento de seu 25º álbum de estúdio, 'Foreign tongues' Ópera Real do Palácio de Versalhes: Equipe cria peça ao estilo das comédias de Molière com auxílio de IA O jornal New York Times ganhou Pulitzers por quatro produtos: uma reportagem sobre como o presidente Donald Trump está lucrando com suas negociações; outra para o podcast “Pablo Torre Finds Out”, do site The Atletic, que pertence ao NYT; um na categoria de artigo de opinião, por colunas de M. Gessen sobre a ascensão do autoritarismo; e outro por uma série do fotojornalista palestino Saher Alghorra que retrata a privação generalizada de alimentos entre os palestinos em Gaza como resultado da guerra com Israel. Segundo o comitê do Pulitzer, Alghorra mereceu o prêmio pela “série comovente e sensível que retrata a devastação e a fome em Gaza resultantes da guerra com Israel”. A repórter Hannah Natanson, do Washington Post, ganhou o prêmio por sua cobertura sobre o Departamento de Eficiência Governamental, criado por Elon Musk em 2025, e os cortes do governo Trump no contingente de funcionários de agências federais dos EUA. Devido a essa cobertura, Hannah foi alvo de uma operação do FBI em janeiro passado, quando agentes entraram em sua casa, revistaram o local e apreenderam celulares dela e dois notebooks. O FBI disse em versão oficial que a operação na casa de Hannah foi necessária para uma investigação de vazamento de informações confidenciais envolvendo um contratante do governo federal que teria retido de forma ilegal documentos de defesa nacional. A agência de notícias Reuters ganhou dois prêmios. O primeiro por reportagens revelando como a gigante da mídia social Meta, controladora de Facebook, WhatsApp e Instagram, expôs conscientemente usuários, incluindo crianças, a chatbots de inteligência artificial prejudiciais e a anúncios perniciosos. As denúncias mostraram que a empresa ganhou cerca de 10% de sua receita anual, ou cerca de US$ 16 bilhões, veiculando bilhões desses anúncios a cada dia. A agência também recebeu prêmio pela cobertura da campanha de vingança política de Trump sobre seus oponentes políticos. O Pulitzer também contemplou trabalhos de outros veículos americanos. Literatura O escritor Daniel Kraus venceu na categoria ficção com o romance “Angel Down”, sobre soldados da Primeira Guerra Mundial que encontram um anjo caído entre os mortos na Terra de Ninguém — história que Kraus narra inteiramente em uma única frase ao longo de 300 páginas da edição americana. Na categoria de livros de História, a vencedora foi Jill Lepore, por “We the people: a history of the U.S. Constitution”, que mostra por que é difícil de fazer emendas à Constituição americana. Brian Goldstone, de “There is no place for us: working and homeless in America”, ganhou na categoria não ficção com “uma façanha de reportagem, análise e narrativa focada nas questões que criaram uma crise nacional de famílias sem-teto”. Já a coletânea “Ars Poeticas”, de Juliana Spahr, foi premiada na categoria poesia por “examinar sua relação com sua forma de arte, comunidade e política”, segundo o comitê. Na categoria música, o prêmio ficou com “Picaflor: a future myth”, de Gabriela Lena Frank, homenageada por uma “obra sinfônica inspirada em suas experiências pessoais com incêndios florestais na Califórnia e lendas andinas”. O livro acompanha um beija-flor em suas tentativas de escapar de cataclismos. (Do New York Times, com agências internacionais)
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Pulitzer de Teatro: peça de Bess Wohl inspirada na trajetória da própria mãe, ‘Liberation’ ganha prêmio
Divertida, perspicaz e impactante, que explora o movimento feminista da década de 1970 através da perspectiva de participantes de um pequeno grupo de conscientização, a nova peça de Bess Wohl, “Liberation”, ganhou o Prêmio Pulitzer de Teatro. Ontem, os organizadores do Prêmio Tony, o mais prestigioso do teatro americano, anunciaram que “Liberation” também está entre suas finalistas deste ano. Prêmio Tony: Daniel Radcliffe, John Lithgow e Luke Evans recebem indicações Obras de arte: Como é o centro de artes de US$ 850 milhões do casal Obama em Chicago O júri do Pulitzer descreveu a peça como “uma mistura marcante de comédia e sinceridade que explora o legado dos grupos feministas de conscientização da década de 1970, usando a história da mãe da dramaturga para demonstrar como o movimento surgiu da conversa e como qualquer pessoa que assiste à peça se junta à discussão”. Wohl, em entrevista por telefone logo após o anúncio, considerou o prêmio “uma grande honra”. Ela disse que desejava escrever uma peça sobre o legado da segunda onda do feminismo há cerca de 15 anos, finalizando o drama durante a pandemia do coronavírus. — Sinto-me incrivelmente grata pelo reconhecimento da peça, sobretudo agora, num momento em que os direitos das mulheres estão sob ataque, juntamente com os direitos de muitos, muitos americanos. Esta é uma peça sobre pessoas que se unem e tentam mudar o mundo para melhor, e sinto-me grata por poder transmitir essa mensagem ao mundo neste momento — disse a dramaturga. A peça se passa numa quadra de basquete no porão de um centro recreativo; a narradora é uma mulher contemporânea que tenta compreender o ativismo inicial de sua mãe e viaja no tempo para explorar o grupo de conscientização. A peça é parcialmente inspirada na própria vida de Wohl: sua mãe, Lisa Cronin Wohl, escritora e colaboradora da revista Ms., pertenceu a um grupo semelhante na década de 1970. “Liberation” estreou em outubro na Broadway com críticas unanimemente positivas, mas teve dificuldades de bilheteria. Vários teatros importantes devem encená-la em breve em outras cidades dos EUA.
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Konken Partisi: Melek Baykal ve Mehmet Atay Sahnede! - Trakya Life
Konken Partisi tiyatro oyunu biletleri ve detayları. Melek Baykal ve Mehmet Atay'ın başrollerini paylaştığı bu eşsiz komediyi Edirne'de izleyin.
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Quick Hits | ‘trAPPed’ by Anand RK, Suparna Sharma + Natalie Obiko Pearson wins a Pulitzer Prize
Plus: News on the Minicomics Awards, Nicole Hollander, Len Strazewski and more.
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Made in America, Watched Worldwide
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New York Times Wins 3 Pulitzer Prizes
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How the AP uncovered US big tech's role in China's digital police state
An AP investigation reveals that U.S. technology companies to a large degree designed and built China’s surveillance state, playing a far greater role in enabling human rights abuses than previously k...
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Chicago Tribune wins Pulitzer Prize for local reporting
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